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segunda-feira, 16 de julho de 2018

DIVULGADO PRIMEIRO POSTER OFICIAL DE AQUAMAN

Por J. B.


Olha o que a maré acabou de entregar, com a chegada da San Diego Comic-Con esta semana, a Warner Bros. liberou o primeiro pôster oficial de Aquaman. Como você pode ver, Jason Momoa é o destaque frontal. Pedaços da cidade submarina de Atlantis podem ser vistas em segundo plano. Os edifícios imponentes parecem estar construídos em um recife de coral, e há uma abundância de tráfego nas águas.

O diretor James Wan já confirmou que o primeiro trailer do filme será exibido na San Diego Comic-Con.

Pôster:



"Aquaman focará no personagem título como um governante relutante de um reino abaixo dos oceanos, Atlantis, dividido entre pessoas do solo que vivem poluindo seu ambiente e seu próprio povo, que está preparado para invadir a superfície."

Aquaman conta com direção de James Wan e roteiro de Will Beal. E trás no elenco os atores Jason Momoa, Amber Heard, Patrick Wilson, Nicole Kidman, Willem Dafoe, Yahya Abdul-Mateen II, Temuera Morrison, Ludi Lin, Michael Beach, Michael Kenneth Williams, Djimon Hounsou, Dolph Lundgren e Randall Park. 

O longa está agendado para o dia 13 de dezembro de 2018.

Fonte: www.comicbook.com

sexta-feira, 13 de julho de 2018

COMO CONHECI AS OBRAS DO PROFESSOR J. R. R. TOLKIEN

Por J. B.

No final da década de 1990, época em que eu não tinha nenhum acesso a informações sobre entretenimento, leia-se acesso à internet discada, comecei a acompanhar as notícias sobre HQs, séries, mas principalmente cinema, na extinta e saudosa revista Sci-Fi News.

E em janeiro de 2000 li sobre a produção de um filme chamado O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, uma adaptação do livro homônimo escrito pelo britânico John Ronald Reuel Tolkien, um autor de quem nunca tinha ouvido falar. 

Lembro que não dei muita importância, afinal tinha outros filmes, séries e HQs que atraiam minha atenção naquela edição, mas nos meses seguintes continuava saindo novas notícias, elenco e fotos de bastidores, tudo isso foi atiçando minha curiosidade.

Até que em junho do mesmo ano, saindo do cinema (não lembro qual era o filme) passei na frente de uma livraria no shopping e vi um livro, volumoso, com um velho de longas barbas brancas, que não era o Papai Noel, caminhando por uma floresta, e qual foi minha surpresa quando vi que era o tal O Senhor dos Anéis que eu vinha acompanhando as noticias do filme nas edições da Sci-Fi News. 

Semanas depois voltei nessa livraria e comprei o livro, um único volume contendo os três livros que compunham a história, A Sociedade do Anel, As Duas Torres e O Retorno do Rei. Comecei a leitura no mesmo dia da compra, nesse período eu não tinha o costume de ler livros, acho que devo ter lido uns quatro anteriormente, afinal HQs sempre foram mais baratas que livros.

Devo confessar que o começo da leitura de SdA foi lento, em certos momentos tive vontade de parar, pular alguns capítulos. Mas insisti, perseverei e enfim conclui a  leitura. Anos depois ouvindo um podcast especial sobre a Trilogia do Anel, ouvi uma frase que sintetizava, perfeitamente, o que havia sentido na época de minha primeira leitura:

"Você tem que ter uma grande perseverança para passar pela Festa do Condado, a Floresta Velha e, principalmente, pelo Tom Bombadil, só assim você irá merecer entrar para a Sociedade do Anel!"

A medida em que ia lendo o livro, também ia acompanhando as noticias do primeiro filme, a Sci-Fi chegou a criar uma sessão exclusivamente dedicada a produção do filme, o que mantinha meu nível de curiosidade sobre a obra em alta.

Mas mesmo com esse começo um pouco turbulento, me apaixonei pelo livro, mesmo com as infinitas páginas de descrição, que são tão criticadas por várias pessoas, porém nada disso tirou meu prazer em descobrir o universo dos livros, o qual guardei em meu coração ao lado do universo das HQs, naquela leitura recheada de Orcs, Elfos, Homens, um Anão e três Hobbits.

Mapa da Terra-Média.
Lembro-me que antes de terminar As Duas Torres eu já estava voltando à livraria, atrás de mais coisas daquele escritor, que tinha uma cara de um bondoso vovô na contracapa do livro, o que me levou ao O Hobbit, O Silmarillion, Os Contos Inacabados de Númenor e da Terra-Média e O Mundo Mágico do Senhor dos Anéis: Vida e obra de J. R. R. Tolkien, escrito pelo brasileiro Ives Gandra Martins Filho, agora estou na expectativa dos lançamentos dos livros A Queda de Gondolin (The Fall of Gondolin) e J.R.R. Tolkien. Uma Biografia, do autor Humphrey Carpenter.

Anos depois ganhei de um amigo o livro Os Filhos de Húrin e mais recentemente adquiri uma biografia chamada J. R. R. Tolkien: O Senhor da Fantasia, escrita por Michael White.

Posso garantir para vocês que a leitura do material do Professor Tolkien é algo extremamente gratificante e fascinante, ele conseguiu criar um mundo inteiro, com sua própria geografia, história e línguas, que o mesmo desenvolveu para cada raça que habitaria a Terra-Média. Isso sem mencionar os cativantes personagens que nos passam a capacidade de entender suas motivações, seus receios e esperanças.

Minha pequena coleção.
Meu fascínio só aumentou depois que terminei minha primeira leitura do Senhor dos Anéis e de quando eu assisti O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel. Lembro-me que quando vi o pôster da Sociedade em uma locadora de vídeo fiquei extasiado com a oportunidade de assistir novamente, e desta vez na companhia de minha mãe, fui um dos primeiros a locar as duas fitas VHS e passar um final de semana inteiro assistindo o filme.

Nessa época já tinha lido, em poucos dias, O Hobbit e já colecionava as informações, ainda na revista Sci-Fi News, sobre o futuro lançamento de As Duas Torres, como podem ver a magia estava reiniciando. 

Quase consigo ver o Professor Tolkien sentado em sua escrivaninha, logo depois de corrigir as provas de seus alunos, acendendo seu cachimbo, dando vida a cada um de seus personagens, desenhando cada letra dos alfabetos que criou, os mapas que desenhou com cada canto da Terra-Média.

Um exemplo de criatividade pulsante é o verso do Anel, algo tão grandioso e fascinante, apesar de ser sombrio. Nos passando a nítida impressão de que cada palavra, cada verso foi escrito e escolhido com o maior esmero.

Em linguagem de Mordor:

"Gakh Nazgi Ilid Albai Golug-durub-uuri lata-nuut.
Udu takob-ishiz gund-ob Gazat-shakh-uuri.
Krith Shara-uuri matuurz matat duumpuga.
Ash tug Shakhbuurz-uur Uliima-tab-ishi za,
Uzg-Mordor-ishi amal fauthut burguuli.
Ash nazg durbatuluk, Ash nazg gimbatul,
Ash nazg thrakatuluk,
Ugh burzum-ishi krimpatul,
Uzg-Mordor-ishi amal fauthut burguuli."

Em inglês:

"Three Rings for the Elven kings under the sky,
Seven for the Dwarf-lords in their halls of stone, 
Nine for Mortal Men, doomed to die, 
One for the Dark Lord on his Dark Throne, 
In the land of Mordor where the shadows lie, 
One Ring to rule them all, 
One Ring to find them, 
One Ring to bring them all, and in the darkness bind them, 
In the Land of Mordor where the shadows lie."

Em português:

"Três Anéis para os Reis-Elfos sob este céu,
Sete para os Senhores-Anões em seus rochosos corredores,
Nove para Homens Mortais, fadados ao eterno sono,
Um para o Senhor do Escuro em seu escuro trono
Na Terra de Mordor onde as Sombras se deitam.
Um Anel para a todos governar, 
Um Anel para encontrá-los,
Um Anel para a todos trazer e na escuridão aprisioná-los
Na Terra de Mordor onde as sombras se deitam."


E aqui termino meu texto, mostrando como através de uma simples matéria em uma revista, sobre um futuro filme, adaptado de um livro que nunca tinha ouvido falar, me levou até o fantástico Universo da Terra-Média. Espero que vocês tenham uma leitura tão proveitosa e envolvente das obras do Professor quanto eu ainda tenho, com todas as leituras e releituras ao longo dos anos.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

DWAYNE JOHNSON FALA UM POUCO SOBRE O FILME BLACK ADAM

Por J. B.


Durante uma entrevista para o site alemão Film Status o ator Dwayne Johnson falou sobre o vindouro filme Black Adam.

Entre as novas informações, Johnson disse que pode ser que tenhamos a participação especial de alguns Super-Heróis do Universo D.C.:

"Sem entregar nada, pode ser que venhamos a ter pequenas aparições de outros personagens da D.C. Comics. Esse tem sido a beleza do longa Black Adam, de como essa produção está sendo desenvolvida, de como poderemos desenvolve-lo para que seja um filme que possa se destacar dos outros. Essa será a beleza desse universo se unido à D.C. Comics. Já sobre o inicio das filmagens de Black Adam, posso revelar que serão iniciadas no final do próximo ano. Está indo tudo bem, o roteiro é incrível e estamos muito felizes com ele."

Sobre o roteiro do filme Dwayne disse que ele vem sendo construído aos poucos, já que eles querem que a história posse de encaixar perfeitamente com os eventos dos demais filmes do DCFilms:

"A história do Black Adam está colada com os outros filmes, o roteiro está chegando, e posso garantir que estou muito feliz com tudo que estou lendo. Este é um projeto que está sendo construído com todo o cuidado. E eu estou muito animado com tudo isso."

Quem vocês acham que fará essa aparição no Black Adam, Superman, Mulher-Maravilha, Batman, Aquaman, Flash, Shazam ou Aquaman?

Black Adam só tem, até o momento, o nome do Dwayne Johnson no elenco, o roteiro está sendo escrito pelo Adam Sztykiel, tendo a produção de Hiram Garcia, Geoff John's e o próprio Dwayne.

Fonte: www.filmstarts.de

terça-feira, 3 de julho de 2018

REVIEW DE OS INCRÍVEIS 2

Por Alessandra de Souza, do site Setor 2814

Enfim depois de 14 anos de espera, a continuação veio e nos surpreendeu mais uma vez. Quando o primeiro filme nos mostrou que o mundo podia sonhar com heróis de novo, vem pra nos mostrar que a situação não é tão simples.  

A animação começa exatamente onde o outro terminou, mas nos mostra que o heróis continuam ilegais, o bacana é que temos primeiramente a visão de um garoto que estava no local e conta como foi a chegada do escavador e a aparição dos heróis. Depois temos a família Pêra mostrando o seu talento tentando ajudar a cidade.  

Bom nem tudo termina bem, e resulta eles irem para a delegacia, e são informados pelo agente Ricardo que o projeto de legalização dos heróis foi encerrado, mas nem tudo está perdido, Gelado chega falando sobre um mega milionário que está interessado em trazer os heróis de volta. 

Assim Sr. Incrível, Mulher Elástica e Gelado vão até Wilson e Evelin Devon.  

Os dois irmãos comandam a empresa de comunicações do pai, assim eles pedem que a Mulher Elástica trabalhe com eles para melhorar a imagem dos heróis, depois de muito pensar ela aceita o emprego.  

Logo na primeira missão somos apresentados ao vilão misterioso do filme, O Hipnotizador mostra que vai dar muito trabalho para a nossa heroína, assim como o Sr Incrível que tem o desafio de cuidar dos filhos, o que se mostra um verdadeiro desafio quando o Zezé começa a manifestar seus poderes.  


O filme é surpreendente, e maravilhoso toda a família Pêra precisa ficar unida e trabalhar em equipe para derrotar o Hipnotizador e trazer os heróis de volta. Vale cada minuto e compensa a espera dessa continuação. 

Ah lembrando que temos muitos famosos neste filme, Otaviano Costa como Wilson, Flávia Alessandra como Evelin, Evaristo Costa faz o apresentador Chad e temos a participação de Raul Gil.  

Nota 10.

Trailer dublado:

sexta-feira, 1 de junho de 2018

REVIEW DE SOLO: A STAR WARS STORY

Por J. B.  

Ontem tive a oportunidade de assistir ao longa Solo: A Star Wars Story, filme que mostra o passado de um dos mais querido e icônico personagem de todo o universo de Star Wars, o contrabandista Han Solo. Imortalizado, desde 1977, até 2015, pelo ator Harrison Ford, desta vez o corelliano foi interpretado pelo jovem Aiden Ehrenreich, cuja interpretação, nesse prelúdio, busca traçar a personalidade do anti-herói em suas primeiras aventuras.

Podemos ver que o roteirista Lawrence Kasdan tentou nos trazer um "Western Espacial", com o assaltante ao trem, perseguições entre cânions, duelos no deserto e foras da lei, tivemos, também, pequenas pitadas de filme ambientado na Primeira Grande Guerra, com tiros, explosões e trincheiras. Porém a dupla de diretores que haviam assumido o filme antes, o Phil Lord e o Chris Miller não souberam dar o cuidado necessário que esse roteiro precisava.

Isso acaba levando a produtora Kathleen Kennedy a demiti-los, quando cerca de 70% do filme já estava filmado, para tentar salvar a produção foi chamado o veterano Ron Howard, o que resultou em um filme um pouco aquém do esperado, no entanto, mesmo sem o brilho que vimos em Rogue Onde: A Star Wars Story, Solo é uma ótima aventura, principalmente se você for sem muitas expectativas.

Voltando a trama... O filme começa no planeta Corellia, onde somos apresentados ao Han (ainda sem o seu sobrenome) tentando fugir, juntamente com a Qi'ra, interpretada pela Emilia Clarke, do planeta, depois de uma perseguição Han e Qi'ra chegam em um espaçoporto, onde apenas o Han consegue escapar, criando-se assim o primeiro objetivo do protagonista... Salvar sua amada. 

Logo depois, para conseguir sair do planeta, Han se alista a infantaria do Império, e é nesse momento que ele ganha seu sobrenome, Solo.

Han & Chewie.
Como membro da infantaria imperial, Han é mandado para um planeta, não denominado, onde durante as lutas ele conhece o restante de sua futura quadrilha, o Tobias Beckett (Woody Harrelson), sua esposa Val (Thandie Newton) e o carismático alien de 04 braços chamado Rio (Jon Favreau), durante uma encirrada batalha, e a melhor coisa a ser dita desse segmento, uma passagem muito repentina, é o ótimo estabelecimento, porém curto, da guerra, no qual Howard, coloca a câmera no meio do combate, que planejam roubar uma nave do império para, com ela, assaltarem um transporte 20-T Railcrawler Conveyex em Vandor-1, carregado de Coaxium refinado, uma forma rara de hipermatéria usado como combustível estelar. Esta tentativa foi frustrada, pela Enfys Nest, líder dos Cloud-Riders. 

Nessa mesma sequência Han encontra aquele que será seu amigo até sua morte, o wookie Chewbacca (Joonas Suotamo), um encontro que não acontece como a maioria dos fãs de Star Wars esperaria, Han é preso como desertor é dado de ALIMENTO ao wookie, apenas com a promessa de saírem daquela situação é que o Han não virá almoço da fera.

Lando Calrissian.
Tendo um resultado desastroso, onde durante o assalto o grupo perde dois de seus membros, além da carga (algo que se repetiria no vida do Han anos depois) Solo e Beckett vão se encontrar com seu contratante, o gangster Dryden Vos (Paul Bettany), lider do Crimson Dawn, que por não ter muito tempo em tela não consegue se mostrar um senhor do crime que inspiraria terror, como acontece com o famigerado Jabba the Hutt, o vilão em certos momentos aparenta mais ser um Sith do que um gangster. 

Lá o Han acaba encontrando seu amor de juventude, a Qi'ra, e juntamente com ela e com o Beckett conversem o Dryden Vos de que podem conseguir uma nova carga de combustível (que era o produto do roubo mal-sucedido), para isso eles precisarão de uma nave rápida e um piloto competente, já que o único lugar onde podem pegar esse combustível é no planeta Kessel.

Para poderem completar a missão, a intrépida turma encontra com um dos personagens-chave da franquia, o qual devo confessar que esperei rever na sequência do Cassino no longa Star Wars: Episode VII - The Last Jedi (2017), o galanteador Lando Calrissian (Donald Glover) que mediante uma parcela nos lucros coloca sua nave, a Millennium Falcon, a serviços do grupo. 

É nessa hora que somos apresentados a mais um personagem, a droid e co-piloto do Lando, a L3-37 que a meu ver é um dos piores droids da franquia, por causa do seu temperamento, e por ser muito chata, mais que, ao ter seu sistema de navegação carregado no computador da Falcon nos mostra a realização da célebre frase: 

"Olha a língua garoto, essa é a nave que completou o percurso de Kessel em menos de 12 Parsecs."

Millennium Falcon do Lando x Millennium Falcon do Han.
Uma coisa que me deixou um pouco triste e até certo ponto com raiva, foi o visual apresentado nesse filme para a Millennium Falcon, principalmente na sua parte dianteira, que chegou a receber o apelido de "Bico de Pato", mas qual foi a minha surpresa ao descobrir que aquilo nada mais era do que um Pod de Fuga, instalado por Lando, o que nos mostra o quanto o jogador inveterado de Sabac é "Corajoso". Imaginem, então, minha satisfação quando o Han injeta aquela monstruosidade durante o percurso de Kessel.

Enfys Nest.
Depois de escapar de Kessel a turma chega no desértico planeta Savareen, onde o Coaxium bruto precisa ser refinado, onde eles são emboscados pela Enfys Nest, depois de um quase confronto Nest revelou que os Cloud-Riders não eram "saqueadores" como Beckett havia dito, mas os combatentes da liberdade tentando impedir que os Sindicatos do Crime e o Império ganhassem mais poder. Se sentindo sensibilizado pela causa Han traça um plano para enganar o Crimson Dawn. 

Porém o plano do Han só dá certo pela metade, enquanto que na vila os Cloud-Riders se escondem enquanto os aldeões fingem ser eles, para atrair os capangas da Crimson Dawn, fazendo com que o Dryden Vos ficasse sozinho com a Qi'ra e o Han. 

Eventualmente com os 'Cloud-Riders' praticamente cercados e o Coaxium seguro, os guardas decidiram abrir o cofre e levar seus ganhos de volta para Dryden, no entanto, naquele momento, Nest e os verdadeiros Cloud-Riders aparecem no acampamento, emboscando e encaminhando rapidamente todos os guardas.

O que os dois não esperavam era a traição do Beckett, que foge levando o Coaxium e o Chewie, nesse momento começa uma luta entre Dryden e o outros dois, resultando na morte do gangster pelas mãos de Qi'ra. Logo depois o Han sai para deter o Beckett, e temos mais um fan-service, confrontando seu ex-companheiro de quadrilha, em um típico duelo de e, Han atira antes do Beckett parar de falar, o que nos leva imediatamente para a Cantina de Mos Eisley, cerca de 10 anos depois, onde o Han faz a mesma coisa com o caçador rodiano Greedo.

Enquanto isso ocorria, no iate espacial do Dryden, a Qi'ra entra em contato com o verdadeiro líder da Crimson Dawn, um personagem dado como morto, pelo menos para quem acompanha apenas os filmes, desde de Star Wars: Episode I - The Phantom Menace (1999), o Sith Darth Maul, novamente interpretado pelo Ray Park, que ordena que a Qi'ra retorne para o planeta Dathomir. 

Para quem não acompanha os livros, HQs e séries animadas de Star Wars, vou postar um vídeo muito bem produzido, do canal Caique Iz, onde toda a história de como o Maul sobreviveu é mostrado.


No fim Solo entrega o carregamento de Coaxium para a Nest, que o convida a ingressar em um movimento que está começando a se espalhar pela galáxia, a Rebelião. Logo depois vemos o Han e o Chewie encontrando o Lando em um planeta não revelado, onde se realiza uma partida de Sabac e onde o Han toma posse da Millennium Falcon de vez. 

Para terminar, vemos os dois indo para um distante planeta, chamado Tatooine, onde um senhor do crime está juntando uma equipe para um grande roubo, e nós sabemos exatamente de quem ele está falando.

Han & Chewie pilotando a Millennium Falcon.
Em resumo Han Solo: uma história Star Wars é um filme bom. Não é extraordinário, nem é uma adição significativa à saga, mas não deixa de ser um filme divertido e tem momentos empolgantes. Essa é uma história de Star Wars que não é das mais importantes e honestamente nem deveria ter sido contada.

Nota: 08,5.

Trailer Legendado:

segunda-feira, 28 de maio de 2018

REVIEW DE HAN SOLO - UMA HISTÓRIA DE STAR WARS

Por Alessandra de Souza, do site Setor 2814

O Han antes do Solo, mesmo que achem estranho vou iniciar meu review assim justamente para garantir a preparação do público ou talvez dos fãs para assistirem esse filme. Afinal o Han nem sempre foi aquele que está na primeira trilogia.  

Aldren nos mostra o Han quando ainda era um garoto sonhando com a ideia da liberdade, onde ao fugir com a mulher que ama poderia ter uma vida normal, longe não só do buraco onde está assim como do Império. Claro que nem tudo dá certo, Q’uira brilhantemente interpretada por Emilia Clark, é uma sobrevivente assim como Han, apesar de nutrir muitos sentimentos por ele aceita que seus caminhos são diferentes assim talvez não fiquem juntos.

Isso pode parecer estranho se tratando do Han, afinal esse estilo cavaleiro do cavalo branco não é pra ele, mas Han ainda precisa entender como a vida nem sempre é aquilo que almejamos e nossos planos falham. Dessa forma ele decide se alistar na Frota do Império para ter uma nave e salvar Q’uira. Se tem sucesso esse plano? Não. Assim acaba no exército onde conhece Tobias Beket um mercenário que faz trabalho para uma organização nem um pouco amistosa. Bekete não aceita Han logo de cara, mas se tudo fosse fácil o Chewe não aparecia.  

Chewebaca é um prisioneiro do exercito, usado como entretenimento, onde ele mata os resertores, quando Han acaba preso junto a ele, se mostra um aliado inusitado e acabam conseguindo fugir da prisão e ainda conseguem se aliar a Beket e sua gangue. Composta por Val e um alien.  

Apesar de serem iniciantes, aceitam o trabalho para ganhar um dinheiro e fugir, mas esse filme é sobre planos falhos, então claro o trabalho dá errado ao serem surpreendidos por uns piratas, e acaba resultando na morte de Val e do alien, e sem a encomenda. Beket fica desesperado por o seu “chefe” não é um homem muito tolerante.

Assim Bekete, Han e Chewe vão ao seu encontro. Dryden Voz Vivido por Paul Betany é surpreendente e fica muito bem de vilão nesse filme, mais o que surpreende mesmo é nos revelar Q’uira como sua aliada. Depois de uma breve renegociação eles partem para uma nova missão junto de Q’uira. Onde vão atrás de uma nave, claro é chegado o momento de Lando Cassarian e Donald Glover nos entrega uma atuação digna desse personagem, mas Han não consegue a Milanium nesse momento, mas somos apresentados a L-13 uma android de opinião própria, apesar da breve participação é muito envolvente.


Ao partirem para uma dura missão, no fim são surpreendidos pelos piratas novamente, onde se mostram na verdade ser um grupo que luta contra todos aqueles que exploram os pequenos, Han faz uma aliança inesperada com eles, na esperança de sair dali com dinheiro para comprar uma nave e fugir com Q’uira, esse desfecho é fascinante, mostrando um plano estratégico que funciona. Mas o final não é extamente como Han imaginou.  

Sim depois ele e Chewe partem para conseguir a Milenium do Lando, e se tornarem aquela dupla. Tem um participação especial, que quem acompanha os quadrinhos e as séries deve entender.

O filme vale a pena, os fãs vão estranhar um pouco, esse longa merece uma continuação, pois as aventuras do Han estão apenas começando e claro uma hora o Han Solo que conhecemos vai enfim aparecer.  

Nota: 7,5.

Trailer legendado:

sábado, 28 de abril de 2018

REVIEW DE AVENGERS: INFINITY WAR (COM SPOILERS)

Por J. B.

Ontem tive o prazer de assistir ao longa Avengers: Infinity War, e tive um imenso prazer em ver que, assim como ocorreu com Captain America: The Winter Soldier (2014), Infinity War não segue a famigerada "Fórmula Marvel" de piadinhas bestas a cada 05 minutos. A produção, uma das obras mais aguardadas de todos os tempos e destinada a fazer muito sucesso nas bilheterias, reúne os personagens mais populares e queridos pelos fãs.

Em Avengers: Infinity War vemos como o desenvolvimento dos personagens foram muito bem construídos, levando em consideração o que já foi mostrados nos filmes lançados nessa década, mostrando que realmente valeu a pena a espera por esse longa.

Assistir esse filme foi como reencontrar amigos antigos, mas com a gratificação de ver que eles não são mais aqueles medidos a babacas, metido a piadistas, dos outros filmes, esse é um filme de se ver com pipoca e refrigerante, mas mesmo sendo esse tipo de filme os diretores e roteiristas conseguiram combinar o peso dos personagens com a ação, que é excelente.

Depois de exatos 10 anos em que o Marvel Cinematic Universe (MCU) vinha sendo construído, a equipe do Kevin Feige finalmente conseguiu entregar o produto final que marca a triunfal estreia de Thanos, que está em busca das seis Joias do Infinito para torna-se o ser mais poderoso do universo, que com sua chegada trás uma série de consequências, catastróficas  para as equipes de heróis, e para todo o universo em si. Bom, vamos ao filme.

Dessa forma, o maior impacto causado pela ameaça de Thanos e as Joias do Infinito está no clima dramático e emocionante que preenche a maior parte de Infinity War, o longa consegue nos despertar, do seu inicio até seu termino, muitos sentimentos, porém de todos podemos destacar dois em especial, o pesar pelas perdas que temos durante o filme e o medo de venhamos a ter novas perdas no próximo confronto dos heróis remanescentes com o Titã Louco.

O longa já começa com os dois pés na porta, com uma cena de tortura, a derrota de um Vingador e as duas primeiras mortes. Estamos na nave dos refugiados asgardianos, sendo atacada pela nave-mãe de Thanos e sua Ordem Negra, que começa a torturar o Thor, para que o Loki lhe entregue o Tesseract. 

Loki e a Ordem Negra.
Como forma de evitar essa tortura, Loki chama o Hulk, que APANHA VERGONHOSAMENTE, do Titã Louco, por causa disso temos as duas primeiras mortes, e é nesse momento, com as mortes do Loki e do Heimdall, cujo último ato é enviar o Hulk de volta pra Terra, que percebemos que Infinity War, não é mais um filme light da Disney Company, mas um filme no melhor estilo Game of Thrones, onde qualquer personagem pode morrer a qualquer momento.

Falando um pouco sobre o Thanos do MCU, interpretado pelo ator Josh Brolin, ele se mostrou um personagem totalmente atuante, diferente da visão que tínhamos dele em suas aparições anteriores, ele não é um vilão de ficar sentado em seu trono, apenas delegando suas funções e enviando suas tropas, ao contrário, ele vai pessoalmente em busca dos seus objetivos. 

Mas esses elementos logo vão sendo diluídos em outras características, que transformam Thanos mais em um antagonista que é contrário aos ideais e valores dos protagonistas do que em um vilão propriamente dito. Essa construção tridimensional do Titã parte do pressuposto de que todos nós acreditamos sermos os heróis de nossas próprias histórias.

Thanos e sua Manopla do Infinito.
O ator consegue enriquecer todos esses conceitos com sua forma de entregar as falas e em suas expressões faciais e corporais, dando elegância ao seu tom de voz e ao caminhar que, aliados aos seus questionamentos filosóficos e dilemas pessoais, dão a ele uma certa dualidade, transformando-o em um personagem ameaçador e forte, mas que também pode ser compreendido quando analisamos seu arco narrativo como um todo. 

Ele se apresenta, logo na primeira cena, como o clássico vilão que deseja ter todo o poder do Universo em suas mãos e que quer fazer o mal simplesmente pela diversão da coisa. Sua sede de poder, sua ambição é tamanha que ele não pensa duas vezes ao sacrificar sua filha adotiva, Gamora, para obter a Jóia da Alma... Como disse o Caveira Vermelha, uma presença que foi uma surpresa no filme:

"Uma Alma por outra Alma!"

Encontros.


Com o decorrer da trama, vemos os arcos de histórias sendo formados, os encontros dos super-heróis, tudo sendo preparado de uma forma orgânica, bem distribuída e equilibrado. A integração dos Guardiões da Galaxia, o Exército Wakandiano, a tecnologia do Homem de Ferro, as artes místicas do Dr. Estranho e a coragem do Homem-Aranha, elevam sua qualidade até o ponto certo que um filme desta magnitude pede.


Depois de todas essas introduções, nos dirigimos em direção ao segundo ato do filme, onde parcerias inesperadas são formadas, e os personagens cósmicos que sempre foram o ponto alto da parte cômica deste universo, protagonizam os dramas mais profundos da história. Vemos isso com a Gamora, o Peter Quill, a Nebula e Thanos desenvolvem uma trama familiar tão bacana que sustentaria todo um longa, mas que funciona muito melhor como pano de fundo dessa epopeia.

Como forma de proteger a Jóia da Mente, que está na cabeça do Visão, o Steve Rogers, juntamente com os Vigadores renegados o leva para o reino de Wakanda, onde o rei T'Challa já sabe que a Terra está em perigo, porém pouco tempo depois, o exército do Thanos, com os membros da Ordem Negra, começam a atacar a capital de Wakanda, com isso o rei reúne seu exército, com o reforço de algumas outras grupos e os Vingadores e vão atrasar o ataque, com o intuito de dá tempo da Shuri (Letícia Wright) retirar a Jóia do Visão, antes do próprio Thanos chegar.


Enquanto isso, em Titã, uma das luas de Saturno, ocorre uma batalha monumental entre os heróis Homem de Ferro, Doutor Estranho, alguns membros dos Guardiões da Galáxia e o jovem Homem-Aranha contra o Thanos, que já está de posse de 04 Jóias.

Nessa batalha quase que Tony morre nas mãos do Thanos, a única maneira de salva-lo foi o Doutor Estranho entregar a Jóia do Tempo, que estava no amuleto chamado Olho de Agamotto. De posse dessa pedra, Thanos viaja imediatamente para Wakanda, onde derrota o Capitão America, a Feiticeira Escarlate e mata o Visão, ao arrancar sua Jóia da Mente de sua testa.

Steve, T'Challa, Natasha, Bucky e o exército de Wakanda.
Então chegamos ao clímax do filme, onde com um simples estalar de dedos, Thanos, o Titã Louco, desintegra metade das formas de vida do universo.

Nesse momento perdemos Wanda Maximoff (Feiticeira Escarlate), T'Challa (Pantera Negra), Groot, Bucky Barnes, Sam Wilson (Falcão), Dracarys, Mantis, Peter Quill (Senhor das Estrelas) e a mais triste, Peter Parker (Homem-Aranha), que se desintegra nos braços do Tony.

Dentre os vilões, morreram na Guerra Infinita os membros da Ordem Negra, Proxima Midnight (Carrie Coon), Corvus Glaive (Michael James Shaw), Cull Obsidion (Terry Notary), Ebony Maw (Tom Vaughan-Lawlor).

Avengers: Infinity War termina de uma forma que você fica paralisado na cadeira, sem respirar direito, já imaginando como será o próximo longa Avengers, que tem lançamento previsto para o dia 02 de maio de 2019, principalmente depois de ver a cena pós-crédito, onde vemos a morte do Nick Fury e da Maria Hill. Antes de morrer Fury usa uma espécie de comunicador, que mais parece um pager, para contactar ninguém menos que... A Capitã Marvel. Se você é obcecado pelo Marvel Cinematic Universe, se prepare para ter uma dose de recompensas extras, o que é sempre uma coisa boa.

Na soma total posso afirmar que Avengers: Infinity War é, juntamente com Captain America: The Winter Soldier, o melhor filme já produzido no MCU. Agora esperar por Capitã Marvel e o próximo Avengers, torcendo que essa nova maneira de contar uma história, sem a necessidade de piadinhas bestas a todo momento.  E como eu disse para uns amigos:  

"Agora eu tenho plena certeza de que o Marvel Studios deveria entregar todos os seus filmes pros irmãos Russo, enquanto que a Warner Bros. deveria entregar os filmes para a diretora Patty Jenkins e Zack Snyder, além de demitir todos os seus executivos."

Nota: 09,99.

Trailer:

 
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