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terça-feira, 13 de abril de 2010

CONTRATADOS ROTEIRISTAS PARA FILME DO HE-MAN

Fonte: www.omelete.com.br

 Por J.B.

Depois que a Warner Bros. cancelou a produção de Master of the Universe,  baseado  na linha de action figures e na série animada do He-Man, os direitos de filmagens passaram para a Sony/Columbia que acabam de anunciar o nome dos roteiristas contratados.

Os nomes dos contratados são Mike Finch e Alex Litvak, os dois são os coroteristas da nova produção Os Predadores.

De acordo com o Hollywood Reporter, a dupla prometeu à Sony que o projeto tem potencial, se for escrito de uma foma inteligente, além de prometer a companhia de brinquedos Mattel, responsavel de lançar os bonecos no mercado que seus personagens serão respeitados.

A produção executiva está nas mãos de Todd Black, Jason Blumenthal e Steve Tisch, todos  da produtora  Escape Artists.

Recentemente, esse trio produziu filmes como O Sequestro do Metrô 123, Presságio e À Procura da Felicidade.                                            

REVISTA STAR WARS: LEGACY É CANCELADA E NOVO TÍTULO É LANÇADO

Fonte: www.hqmaniacs.uol.com.br

Por J.B.

No próximo mês de junho chegará nas Comics Shops americanas a edição #50 da revista STAR WARS: LEGACY que, para a tristeza dos fãs, será a última do título.

A última edição terá roteiro de Joe Ostrander, desenhos de Jan Duursema e arte-final da dupla Sean Parsons e Brad Anderson e com capa feita por Sean Cooke, a história mostra a batalha final entre os imperiais, os Jedi sobreviventes e os Sith, uma luta que poderá dar um fim a linhagem dos Skywalker.

A série STAR WARS: LEGACY nos mostrava as aventuras passadas cerca de 125 anos depois dos eventos mostrados em O Retorno de Jedi, isso permitia que os roteiristas tivessem bastante liberdade  criativa para desenvolver novas tramas, livres da cronologia vigente que podemos encontrar nas demais HQs deste universo.

O personagem principal dessa HQ era Cade Skywalker, descentente de Luke Skywalker, e um Jedi que após a morte do pai, deixa a ordem, e se torna um pirata espacial . Cade encontra-se no limiar do  Lado Negro da Força. Na história o Império encontra-se dividido e em guerra, já  que os Sith haviam dado  um golpe, e conquistado metade do Império. No entanto, a outra metade encontrava-se ao lado do imperador anterior.

Para substituir a série cancelada, a editora Dark Horse irá publicar, no mesmo mês, a série STAR WARS: THE OLD REPUBLIC, escrito por Rob Chestney, e tendo desenhos de Alex Sanchez e capas feitas por Benjamin Carr e o Attik Studio, o primeiro número terá duas capas alternativas.

Essa séria irá abortar o passado do universo Star Wars, já que as histórias se passaram  cerca de 3.500 anos antes da saga filmada por George Lucas. A trama mostrará a República e o Império Sith em negociação para  trazer à paz a Galaxia, mais como era de se esperar  os Sith planejam um ataque irá  colocar os Cavalçeiros Jedi numa posição difícil.

Confira as capas alternativas da edição número 01 da série STAR WARS: THE OLD REPUBLIC:


















HELCIO DE CARVALHO DÁ DECLARAÇÕES SOBRE A REFORMULAÇÃO DA PANINI

Fonte: www.omelete.com.br

Por J.B.

O editor-chefe da Mythos Editora, Helcio de Carvalho, deu uma entravista onde explicou a revolução editorial realizada recentemente pela Editora Panini, entre uma redução nos numeros de paginas de algumas revistas, o cancelamento de outras e o lançamento de novas séries.
As informações dadas por Helcio falam, tanto sobre as mudanças anunciadas recentemente, quanto em relação a outras questões relacionadas à Panini, como por exemplo o atraso constante de material para as Comics Shops. Ao final, o editor ainda comenta alguns lançamentos que atraíram críticas dos leitores.

Há alguns dias entrou no ar um hotsite que explica em detalhes todas essas mudanças.  Já forão confirmadas, para este ano o início das sagas "A Noite Mais Densa", em julho e "Batman: A Batalha pelo Capuz", assim como as minisséries "Flash: Rebirth" e "Superman: Secret Origin".

Quando a Marvel, será lançado um novo título bimestral, A Teia do Aranha com 148 páginas, custanto R$ 14,90 e que teverá ser lançado  a partir de julho. Também foi divulgado no  hotsite os detalha dos novos planos de assinatura e afirma que o site oficial da Panini terá em breve  uma atualização o qual deverá  melhorar a venda online de suas HQs.
Entrevistador: Qual é o perfil do leitor brasileiro de quadrinhos? Por que essas mudanças se adaptam a esse perfil?
Helcio de Carvalho: O leitor de quadrinhos médio brasileiro tem entre 15 e 35 anos. Costuma comprar quase todas as edições mensais publicadas pela Panini, bem como algumas edições especiais. Logicamente, com revistas mais baratas, ele terá a opção de consumir mais. E há também aquele leitor que passa de vez em quando por uma banca de jornal só para dar uma olhada no que vem sendo publicado. Se algum título o atrai e apresenta um preço convidativo, muito certamente ele sai da banca levando a revista.
Entrevistador: Na ponta do lápis, as mudanças representam um aumento de preço em relação à quantidade de conteúdo. Gibi mais barato, mesmo com menos páginas, vende mais? E por quê?
H.C.: A maioria dos leitores já deixou bem claro que compraria mais se as revistas fossem mais baratas. Entretanto, reduzir a quantidade de páginas não significa apenas dividir o valor do custo da revista com mais páginas e multiplicar pela quantidade de páginas da revista de menor número. O custo gráfico de uma publicação varia de acordo com a quantidade de páginas, mas é evidente que a diminuição de preço é muito mais atrativa para aquele leitor que está acostumado a desembolsar uma certa quantia em dinheiro e que acaba não ficando satisfeito por encontrar histórias de personagens que não curte tanto assim. Então, ao reduzirmos a estrutura das revistas para 3 histórias por edição, estamos deixando o mix mais de acordo com o que o leitor aprecia.
Entrevistador: Mesmo com a baixa do dólar, o preço de produzir quadrinhos aumentou? Por quê?
H.C.: Bom, o preço da gasolina e do álcool aumentam constantemente e não baixam só porque o dólar ficou mais barato. Outros custos são envolvidos nessa equação. Vamos exemplificar: temos a gráfica, com seus funcionários e seus custos operacionais, importação de papel, custos editoriais, custos fiscais, impostos e taxas, custos de distribuição, custos de divulgação, pagamento aos donos de bancas e livrarias, custos de arquivos digitais, pagamentos de royalties, compra de softwares originais, aquisição e atualização de equipamentos...
Produzir quadrinhos não é barato. Em lugar nenhum do mundo. É só colocar na ponta do lápis que qualquer um pode ver isso. Tanto a Marvel quanto a DC Comics aumentaram recentemente o valor de suas revistas, as quais têm apenas 36 páginas (incluindo as capas), podendo chegar a U$ 3,99, o que, convertido pela cotação mais baixa do dólar, daria por volta de R$ 6,95. Detalhe: são apenas 22 páginas de quadrinhos! Uma revista mensal da Panini como Superman, por exemplo, passará a custar R$ 6,50, apresentando 3 histórias. Se um leitor comprasse três revistas importadas, teria que desembolsar R$ 20,85. Veja que diferença brutal! Então, sim, os leitores saem ganhando com isso. Por último, não podemos esquecer que a Panini manteve suas revistas sem rajustar preços de 2005 até 2008 -- fato absolutamente inédito nesta país.
Entrevistador: Os leitores reclamam muito do atraso de material, principalmente de edições especiais, encadernados e outros. Por que isso acontece e quais são os planos para remediar este problema?
H.C.: Edições especiais costumam atrasar por diversos motivos que fogem à nossa vontade. Por exemplo, em certa ocasião, decidimos publicar um material antigo da Marvel. Porém, perto da época de tradução e letreirameno, fomos surpreendidos com a notícia de que a editora americana não tinha os arquivos digitais e estava digitalizando a publicação naquele momento. Ou seja, tivemos de esperar. Em outros casos, como a minissérie "Grandes Astros: Batman & Robin", tomamos a decisão de publicar depois que já tinham sido lançadas várias edições. Infelizmente, o roteirista Frank Miller parou de produzir histórias e o artista Jim Lee afirmou que só voltaria a desenhar quando tivesse o roteiro de duas edições completas. Graças a Deus, parece que finalmente estão acertando isso lá na DC.
De qualquer forma, uma medida que adotamos para sanar certos problemas foi publicar apenas o que já tivesse arquivos digitais. E, principalmente, arquivos digitais de títulos lançados ou republicados há não muito tempo, pois existe uma grande diferença na forma como certas edições são digitalizadas. Em produtos mais recentes, a arte recebe um tratamento melhor e chega até a passar por recolorização.
Entrevistador: Outra reclamação é a opção por capa dura em lançamentos para livraria, que encarecem material (como Preacher, ZDM e outros) que no original não recebiam esse tratamento gráfico. Por que manter essa opção?
H.C.: Isso é relativo, já que Preacher está saindo recentemente nos Estados Unidos somente em capa dura. E há também o fato de que a Panini decidiu atuar no segmento de livrarias com um diferencial na qualidade gráfica. O público de banca e o de livraria já demonstrou ser diferente, mais exigente. Daqui para a frente, alguns produtos designados para livrarias e lojas especializados poderão sofrer uma flexibilização no acabamento final. E estamos sempre avaliando formas de reduzir preços. A linha Panini Books com certeza trará boas novidades no curto prazo também.
Entrevistador: Outros recursos, como distribuição digital, impressão sob demanda, vendas online direto com a editora ou outros foram considerados? Ou o mercado brasileiro não tem fôlego para sair do tradicional gibi de banca?
H.C.: Além do nosso mercado não comportar essas mudanças, nada se compara a ler um gibi em papel. A grande maioria de nossos leitores prefere comprar seus gibis impressos, para guardá-los na estante, como ítens de colecionador, não em HDs ou aparelhos com recurso de leitura digital. O leitor médio brasileiro não necessariamente tem acesso à Internet em sua residência ou a equipamentos mais sofisticados, como o recente iPad, dependendo de lan houses para acessar o mundo da informática. Se tudo tudo virasse digital, ele com certeza não poderia acompanhar o que publicamos. Impressão sob demanda é uma possibilidade, mas não a curto prazo.
Entrevistador: Existe algum dado de quanto a pirataria afeta o mercado de quadrinhos no Brasil? A "revolução" é comparada pelos leitores às mudanças editoriais falhas testadas pela editora Abril nos anos 90 e início deste século. Como a Panini responde a estes comentários?
H.C.: Não temos como mensurar o quanto a pirataria afeta o mercado de quadrinhos. Mas, por exemplo, se alguém escaneia Lanterna Verde #1, disponibiliza na internet e, consequentemente, mais 50 pessoas baixam a revista, 50 exemplares deixam de ser vendidos, pois é pouco provável que quem lê uma revista pirateada và até uma banca para comprar a mesma publicação depois de lida. Citando um outro exemplo, no caso as locadoras de DVDs, muitas estão fechando as portas, pois não conseguem competir com os piratas. O produto pirata não paga impostos, não precisa arcar com custos de funcionários, não precisa investir em marketing e nem se preocupar com qualidade. O pior é que, em última instância, o produto pirata acaba inviabilizando o modelo pirateado e, dentro de algum tempo, pode não existir mais nada para piratear.
É interessante perceber que a grande maioria dos leitores que vão a um site comentar algo sobre quadrinhos (como aconteceu em relação à divulgação das mudanças editoriais da Panini) são leitores de scans e afirmam que já não leem HQs impressas!
Cada período deve ser visto dentro de seu contexto. Quando a Abril lançou a linha Premium, há 10 anos (note bem a distância temporal e histórica), os quadrinhos se tornaram caros demais para aqueles que não tinham um poder de consumo mais elevado. Infelizmente, isso acabou afastando muita gente das HQs e o mercado encolheu. O que a Panini está tentando agora, assim como já fez em outras oportunidades, é trazer cada vez mais leitores a esse universo reduzindo preço de capa, oferecendo ainda mais qualidade em opções de produtos.
Por fim, mais alguns esclarecimentos:
- A linha Millennium não acabou. Só está sendo reestruturada, já que a própria Marvel fez isso nos EUA. Em breve, teremos outro título mensal da linha Ultimate.
- A Morte do Superman Volume II sai neste ano. Os leitores não precisam se preocupar. A propósito, alguns reclamaram, dizendo que a Panini efetuou cortes nas histórias, principalmente na sequência em que foi mostrado o funeral do Superman. ERRADO. Nós seguimos exatamente o que a DC Comics republicou na edição "The Death of Superman Omnibus". Quem puder conferir, vai perceber que não cortamos nenhuma página ou balão. Está tudo exatamente como o original. A única diferença é que nós decidimos publicar em dois volumes.
- A Queda do Morcego Volume II não foi lançado ainda porque, quando lançamos o primeiro volume, o segundo ainda não tinha sido publicado pela D.C. Em breve, lançaremos a continuação aqui no Brasil. É só aguardar. O mesmo vale para Starman volume 2. Todavia, é impossível publicar tudo de uma vez. Já temos bastante produtos programados para bancas e para  livrarias este ano, que com certeza deixarão nossos leitores muito contentes.

domingo, 11 de abril de 2010

PERCY JACKSON E O LADRÃO DE RAIOS

Fonte: www.hqmaniacs.uol.com.br

Por J.B.

Percy Jackson and The Olympians: The Lightning Thief, ou Percy Jackson e o Ladrão de Raios, é um filme baseado na obra do escritor Rick Riordan e, com certesa, terá  comparações com a saga de Harrry Potter.

A trama é centrada em três jovens (dois garotos e uma garota) que moram em um local mágico, onde a presença de mortais não é permitida.

Percy Jackson é um desses jovens e desconhece sua verdadeira origem, além de ser amigo do diretor desse lugar mágico. Para completar o diretor Chris Columbos, que dirigiu os dois primeiros filmes de Harry é o diretor de Ladrão de Raios.

Percy Jackson, interpretado pelo ator Logan Lerman, vive com Sally sua mãe, feita pela atriz Catherine Keener, e além de não sabe quem é seu pai ainda tem que aquentar Gabe, vivido pelo ator  Joe Pantoliiano, o namorando bêbado de sua mãe.

Algum tempo depois de descobrir que é capaz de segurar a respiração por muito tempo, Percy é atacado por criaturas mitológicas, que estão em busca da pessoa que roubou o raio do poderoso Zeus, interpretado por Sean Bean.

É durante esse ataque que Percy descobre que é o filho de Poseidon o deus dos mares, vivido pelo ator Kevin McKidd, e que seu grande amigo Grover (Brandon T. Jackson) é na verdade seu guardião e um sátiro.

Assim, para sua proteção, Percy é levado para um acampamento onde todos os filhos dos deuses são treinados para aprenderem a controlar seus poderes pelo centauro Chiron (Pierce Brosnan).

Foi nesse acampamento, que Jackson começou a desvendar seus dons e conheceu Annabeth (Alexandra Daddario), a linda  filha da deusa Atena.

Percy, juntamente com seus amigos, teram que descobrir o verdadeiro culpado pelo roubo do raio, salvar sua mãe e evitar uma guerra entre os deuses.

Ao contrário de Harry Potter, que começou suas aventuras ainda sendo crianças, tem início como uma aventura infantil e vai evoluindo a partir daí, Percy Jackson e seus amigos já começão suas aventuras como adolescentes. A interação entre eles é divertida e autêntica.

O humor, aliás, é um dos elementos mais fortes da produção, principalmente ao abordar temas da mitologia de forma atual ou cínica, o que faz com grande sucesso. Mas o personagem que mais se destaca nas cenas engraçadas é sem dúvida Grover.

O ator Steve Coogan, um comediante mundialmente reconhecido, aparece quase irreconhecível no papel do deus Hades. O que nos chama atenção nesse é o visual cheio de efeitos especiais de Hades.

O desenvolvimento dos efeitos especiais, dos monstros e criaturas presentes no filme é um outro ponto que merece destaque. Sátiros, fúrias, minotauros, centauros e diversos outros surgem em formas bem trabalhadas, sem apelar demais para cenas que escondam seus detalhes.

Quem está no filme, também, é a atriz Uma Thurman, fazendo uma Medusa com um toque moderno bem satírico, e de Rosario Dawson como uma super-sensual Persephone.

Esses dois exemplos são uma  prova  de que em Percy Jackson os personagens mitológicos conseguem ser extremamente divertidos e mesmo assim manterem suas características historicamente reconhecidas.

A trama em si não é muito original, percepe-se muitas caracteristas de antogos filmes de mitologia  grega, como o Furia de Titãs de 1981, mas o modo como elas são desenvolvidas, onde vemos uma  jornada mitológica pelos Estados Unidos, conseguindo agradar bastante, transformando uma história batida em algo moderno e cheio de atrações que vão do bem-humorado ao inusitado.












Confiram o trailer:

sexta-feira, 9 de abril de 2010

VEJA O TRAILER E ALGUMAS IMAGENS DO GAME FÚRIA DE TITÃS

Fonte: www.omelete.com.br

Por J.B.

Foi divulgdo algumas imagens do game Fúria de Titãs, inspirado no filme  Clash of thr Titans, uma produção da Legendary  Pictures que tem seu lançamento nos cinemas marcado para o dia 21 de maio no Brasil.

O game, desenvolvido pela Game Republic e pela Namco Bandai, irá colocar os jogadores no comando de Perseu contra um exercito de criaturas em uma trama interligada ao filme. O jogo será lançado em 01 de julho para os consoles XBox 360 e para o Playstation III.

Confira, abaixo algumas imagens do game e o trailer lançado na internet pela Warner Bros. Interactive, nele vemos personagens existentes no filme, como a Medusa, os escorpiões Giganres e o rei desfigurado, além de muitos outros, que forão desenvolvidos especialmente para o game





Panini revela sua reformulação Marvel/DC

HQ Maniacs ( http://hqmaniacs.uol.com.br)

Depois de criar grande expectativa entre os leitores por um bom tempo, a Panini Comics enfim revelou maiores detalhes sobre a prometida “revolução” nas linhas Marvel e DC. As novidades incluem cancelamentos, retornos e novas revistas. Infelizmente, a editora não especificou claramente todos os mixes das publicações mensais.
A promessa é de títulos mais acessíveis, seja pelo preço ou pelo mix mais enxuto. Em poucas horas os leitores já começaram a expressar suas opiniões pela internet, alguns elogiando as mudanças, mas boa parte se mostrando insatisfeitos. Falando em internet, a Panini prometeu para breve a venda online de seus produtos em seu próprio site.
As revistas regulares sofrerão mudanças em seu número de páginas. Nenhuma terá 100 páginas, de agora em diante apresentarão 76 (com três histórias por edição) ou 148 páginas (seis histórias), custando R$ 6,50 e R$ 14,90, respectivamente. A nova fase da Panini terá início em maio.
Pelo lado da Marvel, a revista Homem-Aranha passa a ter 76 páginas. X-Men também terá 76 páginas, apresentando aventuras da equipe a de alguns títulos relacionados a sagas importantes. X-Men Extra passa a ter 148 páginas, englobando títulos como X-Force e Novos Mutantes, embora a Panini não tenha especificado todos os títulos que farão parte da revista.
Marvel Millennium: Homem-Aranha acaba em sua 100ª edição, dando lugar a Ultimate Marvel, publicando a nova fase deste universo, com 76 páginas. Novos Vingadores também passa a ter 76 páginas, sem mix detalhado por enquanto.
O Homem de Ferro ganha revista própria, também com 76 páginas. Reinado Sombrio continua, agora também com 76 páginas, apresentando os Vingadores Sombrios e os Thunderbolts. Universo Marvel passa a ter 148 páginas, contando com Quarteto Fantástico, Hulk, Demolidor e outros heróis.
Avante, Vingadores! passa ser bimestral, também com 148 páginas, sem mix revelado. Em julho estreia a nova revista A Teia do Homem-Aranha, também bimestral e com 148 páginas. A editora promete histórias inéditas do herói criadas por grandes nomes, muitas delas fora da cronologia.
Pela DC, Superman passa a ter 76 páginas. A partir do mês que vem a revista publicará a minissérie Superman: Origem Secreta, por Geoff Johns e Gary Frank. Batman também ficará com 76 páginas.
Liga da Justiça também terá 76 páginas e seu mix incluirá as minisséries Flash: Rebirth e Justice League: Cry for Justice. Fechando as revistas neste formato está Dimensão DC: Lanterna Verde.
Em julho estream duas revistas com 148 páginas. Universo DC (sim, a Panini lançará mais uma revista com esse nome) não teve seu mix revelado. Já A Sombra do Batman mostrará diversos personagens ligados ao homem-morcego.
A saga A Noite Mais Densa será publicada como minissérie a partir de julho, ainda sem preço, formato ou duração anunciados. A editora promete que tanto Marvel quanto DC terão ainda edições de luxo, especiais, minisséries e anuais.
Com essa reformulação os seguintes títulos foram (aparentemente) cancelados: Superman/Batman, Marvel Millennium: Homem-Aranha, Wolverine, Marvel MAX, Marvel Apresenta, Marvel Especial e Novos Titãs. Dizemos aparentemente pois a Panini não confirmou oficialmente o cancelamento de quase nenhum deles até o momento, com exceção de Superman/Batman e Marvel Millennium, mas como todos ficaram de fora do anúncio da reformulação, espera-se que tenham mesmo sido cancelados. Ainda assim, há uma dúvida notada por vários leitores: Wolverine, embora não apareça listado como uma das revistas reformuladas continua presente nos pacotes de assinatura Marvel.
Espera-se que a Panini libere informações mais específicas em breve. Enquanto isso, vale lembrar que as linhas Vertigo, Wildstorm, Turma da Mônica e os mangás publicados pela Panini seguem inalterados.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

VEJA NOVO VÍDEO DE PRINCE OF PERSIA: THE SANDS OF TIME


Por J.B.

Foi divulgado pela Apple mais um vídeo do filme Prince of Persia: The Sands of Time, a adaptação cinematográfica da famosa franquia de jogos da lançada pela Ubisoft

O vídeo mostra cenas dos bastidores, focadas principalmente nosHassassins“.

Prince of Persia: The Sands of Time será lançado no dia 28 de maio nos cinemas americanos e brasileiros.

O filme tem a direção de Mike Newell (Harry Potter e o Cálice de Fogo), e conta com um elenco que tem os nomes de Gemma Arterton, Jake Gyllnhaal, Ben Kingsley, Alfred Molina, e Dave Pope.

Fiquem agora com o vídeo:



Fonte: http://www.jovemnerd.com.br
 
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